Histórico


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 Variedades e Variáveis


 
FEMININAS


Nazca/Origem traz Novidades para os Cabelos

Algodão, Açaí, Maracujá e Camomila estão entre as novidades

BELEZA

Em qualquer época do ano, mas especialmente no verão que já começa a bater à porta, um fator é fundamental aos cabelos: hidratação. Mudam cores, cortes, tendências, mas o "hidratar" é uma constante para que as madeixas permaneçam saudáveis. Uma empresa que vem investindo forte e traz maravilhosas novidades é a Nazca, com a linha Origem Super Hidratação. São várias opções de compostos para diferentes propósitos. Entre eles, o chocolate, que já virou item básico nos melhores produtos para cabelos.

E, para nossa surpresa (boa, aliás), há ainda os xampus e cremes (condicionador, hidratação intensiva e de pentear) compostos de Açaí/Guaraná, Algodão e Flor do Maracujá/Camomila. Todos eles possuem o chamado Keratin Complex (complexo de queratina), que aumenta a resistência e elasticidade dos fios; silicone, que forma uma camada protetora sobre os fios e vitamina E, que protege os cabelos dos radicais livres.A textura deles é leve, o perfume, fantástico e o resultado, excelente. Já experimentamos o de Algodão e recomendamos.

A seguir, uma breve explicação sobre cada uma dessas novidades da Nazca/Origem:

* Família Origem Algodão - Indicado para todos os tipos de cabelos. Traz maciez e suavidade aos fios, facilitando o desembaraço.

* Família Origem Chocolate
- Ideal para cabelos danificados e quimicamente tratados, uma vez que as sementes do cacau são ricas em ácidos graxos e vitamina A.

* Família Origem Açaí e Guaraná - A força do açaí e a energia do guaraná promovem aos cabelos vitalidade e brilho.

* Creme de hidratação intensiva Flor de Maracujá e Camomila - como não poderia deixar de ser, o produto é ideal para cabelos estressados, ou seja, que passam por processos (químicos ou da própria natureza ou, ainda do corpo da pessoa) que os fragilizam. O produto deixa as melenas leves, soltas e calmas, em perfeito equilíbrio. Este deve ser aplicado em todo o cabelo, após lavar, deixado por 15 minutos (melhor ainda se os fios estiverem sob toalha quente ou touca laminada), enxágua e já dá pra perceber um bom resultado.



Escrito por Claudia Giane, jornalista às 14h14
[] [envie esta mensagem] []



Yep chega ao Recife para agitar o mundo fashion infantil

Crianças Moda

Uma “volta ao mundo”, este é o tema da nova coleção da Yep, a franquia carioca que chega ao Shopping Recife, pelas mãos da empresária pernambucana, Viviane Rique. E é neste clima que a grife lança sua coleção Primavera - Verão 2007/08, fazendo uma leitura atual de vários países. A marca carioca, com 12 lojas no país, abre , com essa unidade, sua primeira loja no Nordeste. Para movimentar a abertura, a empresária Viviane Rique, trará o ator mirim global,Guilherme Vieira. A chegada da loja ao Recife promete "bombar" no mundo fashion dos mirins (e nem tão mirins assim mas que adoram uma novidade boa).

A coleção Primavera Verão 2007/08 chega moderna, elaborada de acordo com as tendências da moda reforçando sua identidade “de atitude” após oito anos no mercado nacional.

MENINOS

Os lugares abordados na coleção surgem de forma inovadora e trazem um trabalho baseado em mapas e placas de sinalização para os meninos, além de um kit todo no estilo militar, abusando dos tons de verde e patchs.

As t-shirts masculinas, forte da coleção, aparecem divididas em kits: “militar”, “explorer” e “básico” e vêm com bordados e técnicas inovadoras para o mercado brasileiro. Como estamos no verão, os boardshorts com estampas e recortes diferenciados prometem ser um hit da estação na YEP. Os pequenos homens vão adorar!

MENINAS
para as meninas, a influencia vêm do Peru e Indonésia. blusas ligadas à natureza, em cores bem vibrantes e aplicação de strass e paetês para dar um brilho a mais. Cartela de cores bem variada, dos tons vivos até os mais cleans. O jeanswear traz modelos com bordados, lavagens modernas, no wash e com estonados, além de muita corrosão. Muito casual, a linha feminina de jeans aposta em calças, mini-saias, shorts e bermudas ricas em bordados e lavagens detonadas. Para proporcionar melhor caimento algumas peças têm elastano. A menina vai se sentir moderna e confortável ao mesmo tempo. Um sonho e mega-moderno. A coleção das meninas traz ainda uma variedade de blusas, regatas e batas com muito brilho. Os vestidinhos prometem levar as meninas ao delírio!

Serviço:
Loja Yep
Shopping Recife - 4ª Etapa
Inauguração: 24 de Agosto.

 

RETIRADO DE : http://variedadesvariaveis.blogspot.com



Escrito por Claudia Giane, jornalista às 14h09
[] [envie esta mensagem] []



IBGE afirma que 90,6% das mulheres realizam afazeres domésticos

language=javascript type=text/javascript> language=javascript1.1 src="http://bn.uol.com.br/js.ng/site=folha&chan=online.dinheiro&size=180x150&page=7&expble=0&conntype=1&tile=426201986536938?" type=text/javascript>
CASA
 
 
DIANA BRITO
Colaboração para a Folha Online, no Rio

No país, 109,2 milhões de pessoas, de 10 anos ou mais de idade, declaram exercer atividades domésticas, aponta a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2001 e 2005. O levantamento, divulgado nesta sexta-feira, afirma que as mulheres têm um percentual de participação em afazeres de casa de 90,6% (71,5 milhões), enquanto 51,1% (37,7 milhões) dos homens realizam esse tipo de tarefa.

A menor participação dos homens foi observada no nordeste, onde 46,7% realizam atividades domésticas. No sul, foi registrada a maior taxa do sexo masculino, 62%. Segundo os pesquisadores, a explicação para esta participação um pouco mais baixa dos homens nordestinos nos afazeres domésticos pode estar ligada aos aspectos culturais locais, que valorizam o "machismo" já que existe uma correlação positiva entre a realização dessas tarefas e o sexo feminino.

São os homens de 60 anos ou mais de idade que dedicam parte do tempo em afazeres domésticos, 13 horas semanais. Já as mulheres, a partir dos 50 anos, são as que mais consomem tempo, 31 horas semanais, cerca de três vezes mais do que os homens. Já em termos absolutos, é a população adulta de 25 a 49 anos, que mais realiza afazeres domésticos.

A PNAD destaca que os afazeres de casa constituem um grupo de atividades predominantemente femininas. As meninas desde cedo são orientadas para o exercício do trabalho doméstico, cerca de 83% delas realizam tais afazeres, enquanto que entre os meninos a proporção é de 47,4%, O tempo despendido diferencia significativamente entre os sexos: meninos 8,2 e meninas 14,3 horas semanais.

As crianças e adolescentes, com idade entre 10 e 17 anos, que deveriam dedicar a maior parte do tempo à escola, tiveram uma parcela significativa no grupo de realização de atividades em casa. Apesar das meninas terem menos tempo para o lazer e o estudo, o rendimento delas na escola tem sido melhor do que o dos meninos. A pesquisa ressalta que um forte argumento seria a entrada precoce dos meninos no mercado de trabalho, com um percentual de 28,6%, já 18% das meninas começam a trabalhar fora mais cedo.

No Brasil, a cor/raça mostrou-se como uma variável de pouca influência na condição de cuidar ou não de afazeres domésticos, 36, 3 milhões de mulheres brancas se dedicam aos afazeres domésticos, já 34, 6 milhões de negras e pardas fazem o mesmo. Verificou-se que as mulheres de cor preta e parda investem mais tempo no cuidado de atividades domésticas (25,7) do que as brancas (24,9).

A menor participação está entre o grupo menos escolarizado 67,9%. De acordo com a jornada média em afazeres domésticos, o que se verifica é uma maior intensidade deste trabalho para a população com até quatro anos de estudo, 21,8 horas semanais. Pessoas com 12 anos ou mais de estudo se dedicam menos tempo a essas tarefas.

A PNAD mostrou alguns aspectos da desigualdade de gênero no âmbito da família no que se refere à realização do trabalho doméstico. Na sociedade este serviço ainda se constitui uma tarefa das mulheres, embora a pesquisa mostre um pequeno aumento da participação masculina nessas atividades, principalmente entre os mais velhos.

O IBGE também diz que não se observou um compartilhamento das atividades domésticas das mulheres com os cônjuges, pelo contrário, fatores reforçam essa desigualdade de gênero, como a baixa participação dos meninos no trabalho doméstico, ou seja, desde cedo se constrói a idéia de que o trabalho doméstico é uma tarefa para as mulheres.

O objetivo da PNAD é analisar as informações de jornada de trabalho para que se possa compor um número aproximado do tempo gasto nessas atividades e a disponibilidade para outras atividades como lazer e estudos. A pesquisa, com informações coletadas de pessoas de 10 anos ou mais de idade, serve de base para as funções sobre trabalho não remunerado e gênero.

 

RETIRADO DE www.folhaonline.com.br

 

COMENTÁRIO DO BLOG - E qual é exatamente a novidade disto? Isso de homem "ajudar em casa" não está mais com nada, poxa! O negócio é dividir tarefas! Não há vergonha alguma em trabalhar em casa também, oras. E facilitaria a vida de todos, esta divisão.



Escrito por Claudia Giane, jornalista às 14h02
[] [envie esta mensagem] []



Mulheres passam a ter


 ->Quantos braços uma mulher precisa ter?
 
TRABALHO

DIANA BRITO
Colaboração para a Folha Online, no Rio

O crescimento da participação das mulheres no mercado de trabalho reproduz a "dupla jornada", quando elas dividem a vida profissional com o cuidado de afazeres domésticos. Mas a carga não pára por aí.

Segundo dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgados nesta sexta-feira, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2001 e 2005, não somente as crianças dependem das mulheres (no caso mães), mas também grande parte dos idosos, dando origem, no século 21, a chamada "tripla jornada".

De acordo com o levantamento, o cuidado com os idosos se constitui em uma atividade feminina e, à medida que a idade avança, a atenção com eles também aumenta. O IBGE diz que a "tripla jornada" é gerada por mudanças significativas na distribuição do tempo das mulheres com o cuidado pessoal e o lazer, além da absorção das horas com o mercado de trabalho e atenção com a família.

O levantamento diz que a crescente participação feminina no mercado de trabalho não isentou as mulheres nem reduziu a jornada delas com os afazeres domésticos. A carga semanal delas supera a dos homens em quase cinco horas.

O estudo também afirma que há desvantagem em relação às mulheres não apenas com as horas de trabalho, mas também com a dificuldade de conciliar suas atividades profissionais e familiares. A baixa oferta de aparato social como creches, dificulta mais a participação delas em ambientes profissionais.

RETIRADO DE www.folhaonline.com.br

 

COMENTÁRIO DO BLOG - Mulher não é polvo, gente! E cadê o tempo só para ela?



Escrito por Claudia Giane, jornalista às 13h55
[] [envie esta mensagem] []




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]